Em uma medida que gerou grande controvérsia, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) pagou R$ 10 mil a cada servidor e juiz como "bônus de fim de ano".
A decisão, classificada como "auxílio-alimentação", foi proposta pela presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva, mas havia sido suspensa no último dia 19, pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que considerou a discrepância no valor comparado ao ano anterior, quando o benefício era de R$ 6,9 mil.
Apesar da ordem do CNJ, os pagamentos foram realizados. Mais de 5 mil servidores e 275 magistrados receberam o benefício, gerando um impacto financeiro de R$ 50 milhões para os servidores e R$ 2,7 milhões para os magistrados.
Nova fase do programa poderá alcançar R$ 150 bilhões em débitos elegíveis, com foco em famílias que possuem dívidas atrasadas há pelo menos dois anos.
Ações judiciais se intensificaram após repercussão de áudio polêmico e vídeos publicados pelo candidato do PL.
Investigação do Ministério Público também apura suspeitas em contratos de R$ 5,78 milhões da Prefeitura de Pontes e Lacerda.
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